Eae 19 As Seitas Nacionais - Costumes da Época

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  Objetivo: Trazer para o aluno qual era o pensamento político e religioso da época. Quais eram as expectativas, as esperanças. Quem eram os Essênios e qual a relação que tinham com Jesus. Comparar os tempos de Jesus e hoje. Bibliografia: O Redentor - Cap. 15 - Edgard Armond - Ed. Aliança O Evangelho Segundo o Espiritismo - Introdução item III - Allan Kardec - FEB A Caminho da Luz - Cap. 12 e 13 - Emmanuel / Chico Xavier - FEB O Nazareno - Cap. 4 a 10 - Scholem Asch - Ed. Nacional O Sublime Peregrino - Cap. 26 e 30 - Ramatis / Hercílio Maes - Ed. Freitas Bastos A Vida Mística de Jesus - H.E. Lewis A Bíblia - Marcos 7 Ressurreição e Vida - Pág. 62 - Leão Tolstoi / Ivonne A. Pereira - FEB E a Bíblia Tinha Razão - Cap. 1, 3 e 5 - Werner Keller - Círculo do Livro Jesus Dentro do Judaísmo - James H. Charlesworth - Ed. Imago A Ressurreição de Cristo - Og Mandino - Ed. Record Depois da Morte - Parte I - Leòn Denis - FEB A Vida Cotidiana na Palestina no Tempo de Jesus - Daniel Pops - Ed. Liv. Bras.-Lisboa Harpas Eternas – Vol I e II - Josefa Rosalia Luque Alvarez – Ed. Pensamento Jesus dos 13 aos 30 Anos – Pág. 131 a 182 – Francisco Klörs Werneck – Ed. Ecos https://super.abril.com.br/mundo-estranho/quem-eram-os-essenios/ https://opusdei.org/pt-br/article/quem-eram-os-fariseus-os-saduceus-os-essenios-e-os-zelotes/ https://pt.aleteia.org/2013/06/12/o-mito-dos-essenios-eles-nao-eram-uma-seita-esoterica/ https://www.oarquivo.com.br/temas-polemicos/religiao-cultos-e-outros/473-os-essenios-e-a-vida-secreta-de-jesus.html http://www.imagick.org.br/pagmag/themas2/VidaSecretaJesus.html https://kardecpedia.com/roteiro-de-estudos/887/o-evangelho-segundo-o-espiritismo/2091/introducao/iii-noticias-historicas/essenios-ou-esseus
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  • 1. A FRATERNIDADE ESSÊNIA Aula 19
  • 2. JESUS E OS ESSÊNIOS  Os Essênios, Fariseus, Saduceus e Zelotes, constituíam as seitas em que se dividia o judaísmo na época de Jesus.  Os primeiros distinguiam-se dos demais por conservarem as tradições e o sistema de vida dos profetas seguindo as tradições e costumes da época.  Há no evangelho uma lacuna histórica, um profundo silêncio sobre os fatos da vida de Jesus, que vai dos seus 12 anos quando fez a sua primeira peregrinação a Jerusalém, aos 30 anos quando iniciou sua pregação pública.  E a ligação de Jesus com os Essênios constituiu a chave para a compreensão do mistério que envolve sua vida.
  • 3.  RAMATíS: — Jesus, realmente, esteve em contato com os Essênios durante algum tempo e conheceu-lhes os costumes, as austeras virtudes, assim como teve oportunidade de apreciar-lhes a convivência e o aprendizado. Muitos dos seus gestos, práticas e atos no mundo profano deixavam perceber as características essênicas de elevado teor espirituais, pois eles guardavam muita semelhança com os primeiros cristãos.  Aliás, Jesus, como entidade de elevada estirpe sideral e insaciável na pesquisa do espírito imortal, ou da verdadeira vida do homem, jamais deixaria de procurar os Essênios e conhecer-lhes as ideias, pois os mesmos já ensinavam o amor a Deus e ao próximo, criam na imortalidade da alma e na reencarnação. O Sublime Peregrino - Cap. 26 e 30 - Ramatis / Hercílio Maes - Ed. Freitas Bastos
  • 4.  Viviam afastados da sociedade, moravam no deserto em cavernas, para se resguardar e renunciar contato com o que se vivia na época diferente dos seus pensamentos e crenças.  Estudavam a Torah.  Não compactuavam com os rituais do Templo.  Rigorosos na disciplina de seu cotidiano seguindo os mandamentos de Moisés.  Seu trabalho era na lavoura, na indústria, no comércio e o artesanal.  Possuíam pomares, hortos irrigados pelas águas da chuva que era recolhida em cisternas e servia para beber.  Devotados à assistência social e a educação dos seus componentes.  Dirigidos por membros mais velhos.  Cada família essência comprometia-se a criar pelo menos um filho de outras famílias numerosas ou pobres e doentes.
  • 5.  Os Essênios eram absolutamente vegetarianos e mesmo o peixe só era permitido à sua mesa na falta absoluta de legumes e frutos.  Alimentavam-se de legumes, azeitonas, figos, tâmaras, e principalmente um tipo rústico de pão que quase não tinha fermento, bebia suco de frutas e “vinho novo” um extrato de uva levemente fermentado.  O modo de vida respeitável aliava a prática de costumes religiosos, amavam a Deus e ao próximo, acreditavam na imortalidade da alma e na reencarnação.  Compartilhavam uma ceia litúrgica, de pão e vinho, frase, símbolos e preceitos semelhantes ao encontrados na literatura essênia estão no Novo Testamento, no Evangelho de João e nas Epistolas de Paulo.
  • 6.  Flávio Josefo os descreve como Judeus crentes que vivem em comunidade dedicando-se aos estudos das Escrituras, mas também da medicina e outras ciências alguns casados e outros não. Eram dedicados a estudar a saúde com os terapeutas egípcios e hindus, nascendo em breve à profissão de curandeiros ou curadores.  Flávio Josefo (livro A História dos Hebreus) recebeu instruções de um mestre essênico, trabalhavam 5 horas em atividade como o cultivo de vegetais ou o estudo das escrituras. Terminada a tarefa banhava-se no rio e vestiam a túnica branca, comiam em absoluto silêncio, só quebrado por orações recitadas pelo sacerdote, retiravam a túnica e voltavam ao trabalho até o por do sol e após outro banho colocavam a túnica branca para o jantar.
  • 7.  O padrão espiritual dos Essênios elevou-se ante a presença de espíritos de excelente estirpe sideral; fez-se a desejada seleção, excluindo dos ritos e cerimônias os excessos supersticiosos; crescendo então os conhecimentos superiores da vida imortal; guardando-se, porém, a necessária reserva daquilo que o homem profano ainda não poderia entender nem respeitar.  Jesus recebeu entre eles as energias espirituais de que tanto precisava para neutralizar as hostilidades do mundo no desempenho de sua obra redentora. Dali por diante foi sendo exigido dos adeptos o máximo de sigilo quanto à divulgação das práticas essênicas, que não deviam ser divulgadas nem praticadas fora dos santuários, coisa que Jesus, por ser entidade de alto teor espiritual, jamais iria violar.  Daí a diferença fundamental entre os terapeutas, que operavam comumente no mundo profano sem as iniciações dos santuários Internos e os filiados de grau superior, cuja existência passou a serem vividas nos mosteiros, grutas, velhas minas abandonadas e lugares distanciados do bulício do mundo.
  • 8.  Os princípios superiores que ele cultuou na intimidade dos santuários essênicos simplificou diante do público comum, na forma de aforismos e parábolas da mais elevada sabedoria espiritual. Ele ensinou os seus discípulos a viver à "luz do dia" os mesmos princípios e votos que muitos adeptos só o podiam fazer entre as colunas do templo iniciático.  Alguns dos seus atos no mundo profano eram semelhantes aos preceitos dos Essênios, como o seu modo peculiar de fluir a água, fazer passes e impor as mãos na cabeça dos enfermos.  Moderados no vestir e completamente despreocupados dos bens do mundo. Não se deixavam atrair pelas moedas e joias, cuja indiferença o próprio Jesus revelou advertindo Judas de que "não lhe pesasse a bolsa de dinheiro", ou então quando de sua sentença clara e insofismável, em que destacou perfeitamente a "moeda que era do mundo de César, e os bens que eram do mundo de Deus"! Eram celibatários, condenavam a escravidão, opunham-se à guerra, à violência, gostavam da vida em comum e eliminavam as fronteiras de castas e diferenças sociais.  Não admitiam mulheres em suas reuniões, assembleias e conselhos, coisa em que o Mestre Jesus também não transigiu, nem mesmo com Madalena ou Maria, sua própria mãe.
  • 9.  Mesmo os discípulos, terapeutas evitavam as profissões desairosas, extorsivas ou somente especulativas; eram agricultores, artistas, cientistas, carpinteiros, oleiros ou pescadores. Jamais se metiam na política, negócios de agiotagem ou nas profissões de açougueiros, fiscais, esbirros, militares, negociantes de penhores, oficiais de justiça, criadores de aves ou animais para corte nos matadouros.  Evitavam as grandes cidades e nelas sentiam-se fatigados entre as multidões que se debatiam afogueadas pela cobiça, astúcia, ganância e pelo egoísmo humano. Jesus também demonstrou sua ojeriza pelas grandes metrópoles e preferia a margem dos lagos tranquilos da Galiléia;  Os Essênios também eram peculiarmente hospitaleiros, benevolentes, pacíficos e inimigos de quaisquer desforras ou testemunhos de superioridade; viviam silenciosos, falando o suficiente para servir e ensinar o próximo. Repeliam a ostensividade das preces, o pedantismo dos fariseus, o luxo das sinagogas e a dureza dos saduceus. Eram corajosos e leais nas suas relações com os demais homens e sacrificavam facilmente a vida para não quebrar seus votos iniciáticos.  Preferiam silenciar e morrer, antes de delatar ou mesmo defender-se! Daí, o hábito peculiar de Jesus como um admirador dos Essênios, era de poucas palavras, mas quando falava cunhava na face do orbe sentenças e conceitos imorredouros!
  • 10.  Certas máximas evangélicas de Jesus eram verdadeiras paráfrases ou preceitos do mais puro essenismo, tal como os ensinamentos da "porta estreita", "não ponhais a candeia debaixo do alqueire" ou o conceito de "não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita".  Aliás, o capítulo VII de Mateus, em seus vinte e nove versículos, é quase um resumo dos estatutos dos Essênios, elaborado para graduar as diversas fases da iniciação dos neófitos(novo) nos santuários maiores.  Onde Jesus teria buscado tantas historietas e conceitos da mais pura simbologia espiritual, caso não tivesse tido contato com os Essênios, quando entre os judeus devotos de Moisés só se transmitiam ensinamentos áridos, complexos e violentos, como a "lei do olho por olho e dente por dente"?  A Fraternidade Essênica foi a primeira instituição que vingou disciplinadamente e com a mesma opinião no solo judeu, pois os seus estatutos, do mais puro idealismo para a época e o ambiente além de sensatos, eram práticos, graduando os seus filiados de acordo com o seu entendimento, sua capacidade de serviço e autodomínio sobre as paixões inferiores.
  • 11.  A prova de que os Essênios existiram com a essencial função de inspirar a obra de Jesus, é o fato de terem desaparecido logo depois da sua morte, um pouco antes de Tito destruir Jerusalém. Surgiu um século e pouco antes do Mestre Nazareno e dispersaram-se meio século depois.  Ele também usufruiu da amizade pura e sincera de seus companheiros, amigos e discípulos, compensando-se da frieza e das censuras dos próprios parentes. Suas angústias, tristezas e saudades da moradia venturosa, recebiam generosa compreensão e salutar compensação entre aqueles anciões essênicos libertos das ilusões da vida material e vivendo exclusivamente em função do espírito eterno!  A seara cristã já estava com a terra pronta para a semeadura e garantida a germinação através do adubo essênico! Ali se pregava a ideia superior do amor a Deus e ao próximo; pesquisava-se a imortalidade da alma e estudava-se a reencarnação; censurava-se a guerra, o furto, a exploração, a avareza, o ódio e a vingança! Cultuava-se a bondade, o perdão, a renúncia e o sacrifício da própria vida; faziam-se votos de retidão e de serviço ao próximo, protegiam-se as crianças, amparavam-se os velhos e os enfermos, ensinava-se o respeito alheio e o culto exclusivo dos bens do Espírito Superior.
  • 12.  Torna-se, portanto, evidente, que esse grupo de homens cultuando isoladamente todas as virtudes superiores do Espírito, era uma espécie de ajuda espiritual que descera a Terra para receber o Messias, o qual, então, daria forma objetiva e didática.  Qual outro povo ou confraria humana ofereceria condições mais eletivas e inspirativas ao Cordeiro de Deus, do que o judeu com sua fé e os Essênios com sua sabedoria espiritual?  Qual seria o sucesso de Jesus na exposição da ternura encantadora do Evangelho, enfrentando o sensualismo dos bárbaros, a arrogância e o orgulho dos romanos, ou mesmo a presunção e o envaidecimento cultural do grego, No entanto, já não podemos afirmar o mesmo quanto à sobrevivência e o sucesso do Cristianismo, sem o terreno adubado pelos Essênios!  Bondosos seguidores do amor ao próximo usavam ferramentas para o aprimoramento moral e evolução espiritual falado no livro: “Harpas Eternas” de Hilarion do Monte Nebo, que descreve como os Essênios a usavam a escrita no tempo de Jesus. Harpas Eternas – Vol I e II - Josefa Rosalia Luque Alvarez – Ed. Pensamento
  • 13.  Os Essênios viviam há 150 anos na Palestina e jamais haviam incomodado as autoridades públicas ou contrariado o clérigo de Jerusalém. No entanto, para o mundo profano, eles não passavam daqueles terapeutas humildes, que peregrinavam pelas estradas da Judéia praticando um serviço útil a todos os necessitados. Assim eles podiam manter-se a salvo de quaisquer interferências, pois não se importavam com as maquinações políticas e desistiam facilmente em favor do adversário em qualquer discussão.  As cerimônias para inclusão do neófito(novo) era sobre a luz da lâmpada votiva empunhada pelo Servidor do Santuário, cuja luz então simbolizava a fonte luminescente do Espírito de Deus a se irradiar por todas as criaturas.  Para ser o neófito(novo) elevado a discípulo, era necessário que fosse submetido a sete dias de recolhimento, nos quais passava em revista a sua vida pregressa, registrada em documentos diversos, oportunidade em que media suas forças para a nova etapa a empreender, o mesmo se dando por ocasião de promoção para os outros graus (que eram três) existentes entre os Essênios.
  • 14.  Finalmente, ele então pronunciava as seguintes palavras como um termo de consagração e de compromisso moral aos estatutos dos Essênios: "Deus, Todo Poderoso, que vitalizais com a vossa energia cósmica a mente e o coração dos homens, vossos servos, aceitai o voto sagrado que vos é feito por este humilde servidor, que se compromete a aumentar de duas horas o seu serviço para aliviar os leprosos, socorrer os órfãos, confortar os paralíticos, orar pelos loucos e consagrar-se aos desvalidos, enfermos e perturbados. Senhor! Ajudai-me a cumprir a vossa Vontade no mundo da matéria e despertai em mim a chama eterna do vosso Amor!"  Em seguida, um adepto consagrado em grau superior acendia o círio do sacrifício da grande lâmpada sagrada, enquanto o Servidor do santuário familiar pousava suas mãos na cabeça de cada neófito(novo) ou candidato a terapeuta, pronunciando as seguintes palavras, que completavam o testemunho do compromisso espiritual da instituição: "Seja tua vida conforme a Lei do Senhor Criador da Vida; as energias benfeitoras absorvidas pelas tuas mãos ou espargidas em teu rosto, neste dia, hão de servir-te para aliviar as dores físicas dos nossos irmãos necessitados, até que a florescência do Amor possa ajudar-te a aliviá-los em espírito".
  • 15. MATEUS 7 1 Não julgueis, para que não sejais julgados. 2 Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. 3 E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho? 4 Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu? 5 Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão. 6 Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas, não aconteça que as pisem com os pés e, voltando-se, vos despedacem. 7 Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. 8 Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á. 9 E qual dentre vós é o homem que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra? 10 E, pedindo-lhe peixe, lhe dará uma serpente? 11 Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem? 12 Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lo também vós, porque esta é a lei e os profetas. 13 Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;
  • 16. 14 E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem. 15 Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. 16 Por seus frutos os conhecereis. Porventura se colhem uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? 17 Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. 18 Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. 19 Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. 20 Portanto, pelos seus frutos os conhecereis. 21 Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. 22 Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitas maravilhas? 23 E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade. 24 Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; 25 E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. 26 E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; 27 E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda. 28 E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina; 29 Porquanto os ensinava como tendo autoridade; e não como os escribas.
  • 17. BIBLIOGRAFIA O Redentor - Cap. 15 - Edgard Armond - Ed. Aliança O Evangelho Segundo o Espiritismo - Introdução item III - Allan Kardec - FEB Harpas Eternas – Vol I e II - Josefa Rosalia Luque Alvarez – Ed. Pensamento O Nazareno - Cap. 4 a 10 - Scholem Asch - Ed. Nacional O Sublime Peregrino - Cap. 26 e 30 - Ramatis / Hercílio Maes - Ed. Freitas Bastos A Bíblia - Marcos 7 Ressurreição e Vida - Pág. 62 - Leão Tolstoi / Ivonne A. Pereira - FEB E a Bíblia Tinha Razão - Cap. 1, 3 e 5 - Werner Keller - Círculo do Livro Jesus dos 13 aos 30 Anos – Pág. 131 a 182 – Francisco Klörs Werneck – Ed. Ecos https://super.abril.com.br/mundo-estranho/quem-eram-os-essenios/ https://opusdei.org/pt-br/article/quem-eram-os-fariseus-os-saduceus-os-essenios-e-os-zelotes/ https://pt.aleteia.org/2013/06/12/o-mito-dos-essenios-eles-nao-eram-uma-seita-esoterica/ https://www.oarquivo.com.br/temas-polemicos/religiao-cultos-e-outros/473-os-essenios-e-a-vida-secreta-de- jesus.html http://www.imagick.org.br/pagmag/themas2/VidaSecretaJesus.html https://kardecpedia.com/roteiro-de-estudos/887/o-evangelho-segundo-o-espiritismo/2091/introducao/iii- noticias-historicas/essenios-ou-esseus
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