DIDÁTICA E METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO – FAVENI

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  DIDÁTICA E METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO – FAVENI
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  0 ESPIRITO SANTO   DIDÁTICA E METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO  –  FAVENI     1 SUMÁRIO 1-   CONCEITUANDO O TERMO DIDÁTICA ....................................... 3   2-   TEXTO PARA REFLEXÃO: QUALIDADE EM EDUCAÇÃO ........... 6   3-   DIDÁTICA E TRABALHO DOCENTE: A MEDIAÇÃO DIDÁTICA DO PROFESSOR NAS AULAS ................................................................................ 9   4-   OS ESTILOS DE PROFESSOR ................................................... 10   5-   UMA PEDAGOGIA QUE VALORIZA OS CONTEÚDOS E AS AÇÕES MENTAIS CORRESPONDENTES AO MODO DE CONSTITUIÇÃO DESSES CONTEÚDOS ................................................................................... 14   6-   O ENSINO E O DESENVOLVIMENTO DO PENSAMENTO ........ 18   O ensino para o desenvolvimento humano ........................................ 18   7-   METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR: FUNÇÃO DOCENTE NA SOCIEDADE CAPITALISTA ...................................................................... 23   8-   FORMAÇÃO DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO: POSSIBILIDADES E OS LIMITES QUE COMPROMETEM UMA PRÁTICA REFLEXIVA ...................................................................................................... 26   9-   MÉTODOS DE ENSINO QUE PODEM SER USADOS NO ENSINO SUPERIOR 30   Método de Aula Expositiva ................................................................. 30   9.1. Método de Palestras ................................................................... 31   9.2. Método de Resumo de Leitura (apontamentos) .......................... 31   9.3. Método de Filmes Educativos ou Videotapes ............................. 32   9.4. Método de Casos ........................................................................ 32   9.5. Métodos de Discussão ................................................................ 33   9.6. Métodos de Desempenho de Papeis (Role-play) ........................ 34   9.7. Método de Grupo “T” (treina mento de sensibilidade) .................. 35   9.8. Método de Jogos de Empresas ................................................... 36     2 10-   OS DESAFIOS NA FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS PARA O ENSINO UNIVERSITÁRIO ............................................................................... 37   11-   PLANEJAMENTO DE ENSINO: PECULIARIDADES SIGNIFICATIVAS ............................................................................................. 43   12-   BIBLIOGRAFIA BÁSICA ............................................................... 51   13-   BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR .............................................. 51   REFERÊNCIA BIBLIOGRAFIA .............................................................. 51   SUGESTÕES DE LEITURAS ................................................................ 54   Didática .............................................................................................. 54   Metodologia do ensino superior ......................................................... 54     3 1- CONCEITUANDO O TERMO DIDÁTICA Fonte: career.webindia123.com De modo geral, a palavra Didática se associa a arrumação, ordem, logicidade, clareza, simplificação e costuma, portanto, também conotar rigor, bitolamento, limitação, quadratura. Se ela adquiriu significados negativos, supõe-se que a srcem deles esteja no práxis, ou seja, o exercício regular da Didática, em todos os níveis de ensino, seria responsável pelo seu desprestígio ou má fama. Realmente, muitos manuais de Didática estão cheios de itens e subitens, regras e conselhos: o professor deve, o professor não deve e ficam, portanto, muito próximos dos receituários ou listagens de permissões e proibições, tentando inutilmente disfarçar o seu vazio atrás de excessivo formalismo. Corroborando todas estas restritivas, fez-se popular o seguinte conceito de Didática - disciplina com a qual ou sem a qual tudo fica tal e qual. De fato, convém perguntar como aprenderam os nossos antepassados, entregues a professores leigos, cuja preocupação maior era a competência conteudística, a manutenção do respeito à cátedra e a sua pessoa, que do alto do seu tablado despejava sobre os alunos seu saber irrefutável. Por outro lado, com tanta didática hoje em voga, enriquecida pela psicologia, pela análise de   4 sistemas e por toda a tecnologia do ensino, como explicar que o ensino continue piorando sempre, como a querer comprovar a inutilidade desses recursos? Aliás, estarão eles sendo utilizados? E se realmente estão, haverá em seu emprego uma dose mínima de consciência, de adequação, de espírito de busca e pesquisa? Ou tudo acontece na simples cópia ou transplante de modelos inadequados à realidade brasileira e, por isso, devidamente rejeitados? Como saber também se o caos do ensino seria bem maior, sem as tentativas de reformulação, sem o esforço das Faculdades de Educação com licenciaturas, sem os cursos de reciclagem, sem as pós-graduações em Educação? O momento pedagógico é dos piores, reflete os problemas da sociedade doente, inflacionada, violenta, desigual. Não adianta, pois, esperar milagres da Didática. Conviria, ao contrário, tomar consciência dos seus limites e possibilidades e impedir que ela fosse mais um elemento de manipulação do homem, de violação dos seus direitos, de repetição do passado. Enfrentar o amanhã com as armas de ontem é garantir, previamente, a derrota. Desistir de lutar, sob o pretexto de falta de equipamento, é covardia. Não há verbas, não há material, mas o recurso humano, o mais válido, existe, e aí está a exigir um aceitamento interior, capaz de acioná-lo. De um professor de Didática espera-se que seja pelo menos um didata, não na acepção vulgar da palavra, mas no sentido de reconhecer que suas atitudes valem bem mais que suas técnicas, que, trocando com seus alunos o que ele é, abrirá caminhos mais amplos do que se apenas trocar com eles o que sabe, tentando moldá-los a si, ao seu fazer didático. Do professor de Didática é natural que o aluno cobre um pouco mais do que de qualquer outro professor: em primeiro lugar, ele exige respeito ao que ele (aluno) é; em segundo lugar, que ele vivencie e comprove numa lição de autenticidade o que ele (professor) considera correto, mas que tenha também abertura para valorizar outras opções.
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